Gong Hyo-jin em Guns & Talks: 25 anos atrás, ela era quem encomendava o assassinato

O dorama A Bona Fide Killer tá bombando na Coreia agora, né?
Fazia tempo que eu não via a Gong Hyo-jin na tela. (Ela é a Dongbaek de Para Sempre Camélia, que está na Netflix.)
Aí bateu aquela vontade de rever um trabalho antigo dela, e acabei revendo Guns & Talks.
E aí, sabia dessa?
Em Guns & Talks, a Gong Hyo-jin era uma colegial que contratava os assassinos.
A cliente que encomendava a morte?!
Ela era a colegial que pedia pros assassinos matarem o professor dela.

Guns & Talks é um filme do diretor Jang Jin que estreou em outubro de 2001. Ou seja, já faz 25 anos.
Os protagonistas são quatro assassinos de aluguel: o líder da equipe Sang-yeon (Shin Hyun-joon), o especialista em explosivos Jung-woo (Shin Ha-kyun), o atirador que nunca erra, Jae-young (Jung Jae-young), e o caçula que cuida dos computadores, Ha-yeon (Won Bin).

É a história de profissionais que resolvem o serviço na data e do jeito que o cliente pedir, sem deixar um rastro sequer.

A Gong Hyo-jin fez a Yeo-il, uma estudante do ensino médio. De uniforme escolar, ela chega nos assassinos e encomenda uma morte com uma ousadia impressionante.
E o alvo era o professor de inglês dela.

Quando o filme estreou, a Gong Hyo-jin tinha 21 anos.
Por que ela encomendou a morte?
Parecia ser por violência do professor, mas era a dor de amor de uma colegial
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Na primeira vez que a Yeo-il faz a encomenda, tudo indica que o professor tinha praticado violência ou algum tipo de exploração contra ela.
Só que, na reta final do filme, aparece o motivo de verdade por trás do pedido.
No fim das contas, a Yeo-il era apaixonada em segredo pelo professor de inglês — e ficou sabendo que ele ia se casar.

Com aquele coração de menina, ela não aguentou a decepção e acabou encomendando a morte quase como quem faz birra. Aquele "mata ele pra mim" saiu, na verdade, de um coração partido.
O professor de inglês não chegou a ser morto nem nada parecido, porque os assassinos recusaram a encomenda da Yeo-il.

Mesmo sem aceitar a encomenda, eles continuam se dando bem com a Yeo-il até o final do filme.
Por isso teve gente que interpretou que a Yeo-il tinha virado aprendiz dos assassinos.
25 anos depois, a Gong Hyo-jin virou a assassina
Como a Yoo Bo-na de A Bona Fide Killer, ela agora resolve tudo com um tiro só
”
Em A Bona Fide Killer, a Yoo Bo-na — personagem da Gong Hyo-jin — por fora é gerente de escritório numa empresa. Mas, na real, ela é uma assassina de um tiro só, que executa os criminosos que a lei deixou escapar.
Antes ela era a pessoa que pedia a morte; agora é ela mesma quem faz o trabalho.

Pensando bem, dá até pra ler assim: ela entrou no ramo em Guns & Talks e está em plena atividade em A Bona Fide Killer.
Ver a Gong Hyo-jin de agora e, logo em seguida, a Gong Hyo-jin de antes me deu uma sensação estranha.
Perguntas
Juntei aqui as perguntas que devem ter ficado
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Onde dá pra assistir Guns & Talks?
Na Coreia, em agosto de 2026, o filme está no TVING (um streaming coreano), por assinatura. Aqui no Brasil eu não achei nenhum serviço com ele — nem na Netflix daqui.
A Gong Hyo-jin já fez outra assassina?
Papel de assassina mesmo, na prática, é a primeira vez: a Yoo Bo-na de A Bona Fide Killer. Não tem nenhum outro trabalho dela nessa linha.
No filme, o que rolava entre ela e o Won Bin (Ha-yeon)?
Nada — os dois não têm nada um com o outro. A Yeo-il é a cliente e o Ha-yeon é o caçula que cuida dos computadores da equipe, então não existe linha romântica entre os dois dentro do filme.
Como termina Guns & Talks?
O promotor Jo tinha tudo pra prender os quatro assassinos, mas não prende: ele solta todos. Em vez de prender assassino, ele termina o filme decidido a construir um mundo sem as injustiças que fazem alguém precisar de um assassino.
Pra fechar
Um universo de assassinas da Gong Hyo-jin não seria má ideia..?
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Há 25 anos ela era a que pedia "mata ele pra mim", e agora ela volta justamente como a assassina. Não acha divertido?
Quando alguém atua por muito tempo, a filmografia vai ficando variada — e essas conexões que aparecem do nada são fascinantes demais.
Com uma boa edição, dava pra montar um trabalho inteiro só com o universo de assassinas da Gong Hyo-jin, não dava?





